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A 4ª fase da Operação Xeque-Mate deflagrada na última quarta-feira (22), fez o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, André Carlo Torres questionar o andamento das investigações conduzidas pelo coordenador do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), Octávio Paulo Neto.
De acordo com o o coordenador do Gaeco, o conselheiro está em estado de reflexão profunda. “É natural vê-lo nesse estado psicológico certamente fruto de reflexões profundas, principalmente quanto ao papel desenvolvido, assim não me compete qualquer juízo de valor”.
Durante a sessão do TCE, o conselheiro afirmou que é de estranhar uma operação em que, quem compra e quem paga está preso, mas quem vende está solto. “É bom que se diga com clareza: quem pediu para vossa excelência dar a cautelar e suspender foi o Ministério Público de Contas, que atua junto ao Tribunal, que faz parte do conjunto de Ministérios Públicos do Brasil. Quando o pedido do delegado da Polícia Federal da Paraíba e do promotor de Justiça responsável pelo Gaeco foi ao Tribunal de Justiça da Paraíba para deflagrar a investigação omitiu essa informação. É bom que as coisas sejam ditas com palavras claras”.
O post XEQUE-MATE QUESTIONADA: Promotor sugere que conselheiro do TCE está em ‘profunda reflexão’ e não fará juízo de valor apareceu primeiro em Polêmica Paraíba.